ATO I · ENTENDO A DOR
Primeiro, eu escuto.
Cliente nenhum compra código. Compra a folha que fecha sem virar madrugada, o ponto que bate sem planilha paralela, a integração que ninguém mais precisa lembrar de rodar. Por isso meu primeiro trabalho não é técnico: é entender a dor — de onde ela vem, quem ela atrasa, o que já tentaram antes.
Sete anos atendendo RH e TI me ensinaram que a solução certa é a que cabe no fluxo de quem usa. Eu pergunto, desenho, valido — e só então escrevo a primeira linha.
O PROBLEMA
O SOC (sistema de saúde ocupacional) e o Senior HCM vivem em silos. Sem integração, o time de DP passa o dia digitando ASO, convocação e licença médica à mão — duas vezes.
A ESCUTA
Ouvi que a dor era reprocessamento manual, rastreabilidade perdida, e não-conformidade com o eSocial. Desenhei um padrão de integração que começasse como idempotente (roda quantas vezes, sempre resultado igual).
A ENTREGA
Regras LSP consumindo WebServices SOAP do SOC, parsing de XML, gravação automática no SESMT do Senior. Reprocessamento explícito para falhas transientes. Agora o fluxo do SESMT reflete em tempo (quase) real o que já está no SOC.